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Mostrando postagens de Junho, 2020

Vale à pena ler "Outro Dia" e "Algum Dia", de David Levithan?

"Todo Dia", de David Levithan, é um romance jovem adulto que conseguiu um lugar na minha estante (feito louvável, visto que prefiro me manter longe do estilo) e a explicação se dá por sua premissa bizarra: O livro trata de um ser que todo dia acorda no corpo de alguém diferente, não importando gênero, raça, crença ou qualquer outro fator.

Esse ser se autodenomina "A" e sua vida muda quando acorda no corpo de um namorado abusivo, se apaixonando pela namorada do rapaz. A e sua crush penam pra fazer esse relacionamento dar certo.

Surtos coletivos: A Epidemia de Dança e a Epidemia do Riso

Muito antes do surgimento do Coronavírus, a humanidade já enfrentava adoecimentos coletivos, mas alguns episódios da história chamam atenção até hoje, por serem quase inacreditáveis.

"Superstore" e "Aruanas": Séries para maratonar na quarentena

2020 finalmente contemplou você, que se queixava por não ter tempo de maratonar suas séries. Agora, é só o que temos para fazer, além de esperar o apocalipse viral eminente. Visto isso, vim dividir com vocês duas das séries que vi em um curto espaço de tempo, nesta Quarentena. Se liga na recomendação!

Adolescentes assassinados pelo racismo nos Estados Unidos

[AVISO DE GATILHO] O assassinato de pessoas negras nos Estados Unidos, com o aval do sistema, é uma prática extremamente recorrente ao longo da história do país. Milhões de pessoas se tornaram vítimas fatais do racismo norte-americano, inclusive adolescentes.

Entrevista: “Ao sentir a dor do outro, não tem como continuar sendo indiferente”, diz Daniela Arbex sobre efeitos que sua obra causa no leitor

Daniela Arbex é uma jornalista mineira que dedica seu trabalho a dar voz a temáticas invisibilizadas na sociedade brasileira, utilizando de vasta apuração para escrever livros como “Holocausto Brasileiro”, que denuncia as condições sub-humanas vivenciadas num manicômio de Barbacena, “Cova 312”, onde a escritora desvenda um assassinato do período da ditadura, e “Todo dia a mesma noite”, obra em que revela a história por trás da tragédia da Boate Kiss. Nesta entrevista, a autora conta sobre seu processo de escrita e os efeitos causados por suas obras.

Como você vê o cenário atual do jornalismo literário no país?
Eu vejo sempre com otimismo, porque os meus livros sempre foram muito bem recebidos pela critica e pelo público. Talvez eu seja hoje uma das autoras de livros reportagem que mais vendem no país, e, se a gente pensar que os temas que eu abordo são densos, difíceis de digerir, vemos que o jornalismo de qualidade está cumprindo seu papel: Despertar o interesse das pessoas sobre temas…

Quem foi Edward Colston, cuja estátua foi jogada no rio por manifestantes antirracistas?

Desde que George Floyd foi assassinado por um policial, nos Estados Unidos, a revolta antirracista se espalhou por todo o mundo. Hoje, na Inglaterra, manifestantes derrubaram uma estátua, jogando-a no rio que corta a cidade de Bristol, logo depois. O memorial foi erguido em homenagem a Edward Colston, em 1895.

O mangá Saintia Sho e a representação feminina em Cavaleiros do Zodíaco

Como bom fã de Cavaleiros dos Zodíaco e consumidor de tudo relacionado à marca (desde que não seja a série "Ômega"), me animei bastante com o lançamento do mangá "Saintia Sho", que conta a história das guerreiras que faziam a guarda pessoal de Saori, a reencarnação da deusa Athena. A obra não é de autoria do Masami Kurumada, autor original, e insere novos elementos ao universo criado por ele...motivos bastantes para me preocupar. Depois de ler os quatro primeiros volumes, venho dividir minhas impressões com vocês.