13 setembro 2014

Critica: "Cavaleiros do Zodiaco: A Lenda do Santuário"

 

 Eu tinha um post incrivel pra fazer,só que eu abri o facebook antes e bang! Esqueci sobre o que eu ia escrever. Ah,sim! Dois dias atrás estreava nos principais cinemas do Brasil um dos filmes mais esperados pelo publico geek,falo de "Os Cavaleiros do Zodiaco : A Lenda do Santuário".

 Eu quis profundamente estar num cinema na ultima quinta. Foram muitos os brasileiros que lotaram as filas dos cinemas,alguns até fazendo cosplay, e eu infelizmente não pude ser um deles,mas no terceiro dia de exibição também está valendo. Foram longos trinta minutos aturando piadas envolvendo a masculinidade do Shun e vários outros berros não identificados,mas de repente a luz se apaga e lá vem o projetor começando a trabalhar.


 Boa parte do publico era fã assíduo,haviam até os que não esperavam muita coisa dum filme feito á partir de mais de setenta episódios comprimidos,mas a empolgação com cavalheiros 3D estava presente sempre.

os-cavaleiros-do-zodiaco-a-lenda-do-santuario-7-e1410400982641 A história do filme gira em torno de Saori Kido, uma jovem que descobre ter um misterioso poder. Ao lado dos jovens cavaleiros de bronze Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki, Saori deve ir ao Santuário retomar seu lugar como Atena, a deusa protetora da Terra. Porém, para chegar á sala do Grande Mestre, aquele que tentou matá-la quando bebê, os cavaleiros de bronze e Saori deverão passar pelas 12 Casas protegidas pelos incríveis cavaleiros de ouro.


 Muitos fãs não entenderam o motivo de tantas mudanças na história clássica,mas a resposta é obvia. O filme busca um estilo mais globalizado e vem com a missão de manter o publico da serie clássica,mas também conquistar os jovens. O estilo da animação é muito legal e combina totalmente com os cavalheiros,a dublagem é outro fator incrível. A Dubrasil mostra mais uma vez que faz um trabalho de extrema competência. Alguns dos personagens mudaram tanto que só se tornam inconfundíveis por conta da dublagem.

 Como nem tudo são flores,algumas mudanças incomodaram. Dois personagens especificamente não me agradaram. o Mascara da Morte agora era um estilo brincalhão bizarro e sua casa agora era quase uma especie de boate...sua entrada em cena teve direito até a show musical. O cavaleiro de escorpião agora é uma mulher e para isso não há explicação alguma...nem ao menos uma mascara ela usa. A mudança seria uma boa se fosse explicada de algum modo,pelo menos para mim.

 Shun agora aceita os seus rótulos e os firmam cada vez mais. Sua armadura agora é ainda mais feminina e ele parece estar "de boa" em estar preste a morrer e ser salvo por Ikki. O autor esclareceu que não o escreveu para ser feminino,só que no fim dos roteiros aconteceu. As doze casas agora não se encontram em terras gregas,mas sim em outra dimensão,agora com um design meio que futurista. Outra modernidade são as armaduras,que agora não são mais levadas numa caixa com alças,mas sim num pingente. No meio do filme ainda rolam uns lances meio "Transformers". O humor do filme fica por conta do Seya,que está ainda mais zuero. 

Hyoga de Cisne e Seya de Pégaso prontos para o combate (Foto: Divulgação/Diamond Films) No geral,o filme é uma grande chance de rever personagens tão queridos e que tanto nos marcaram.

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