29 dezembro 2011

Turisticando no Abaeté







Oie gente!hoje,a nossa primeira postagem de 2011 é ao Turisticando no abaeté!vejam só,eu fui lá com meus tios e minha prima e foi d+! saquem só!
 Lagoa de mistérios e encantos, muitas lendas surgiram em torno das águas escuras dessa massa de água docecandomblé. cercada pelas alvíssimas areias de imensas dunas. A antiga lagoa de Itapuã, escondida em meio a belezas naturais, era reverenciada como sagrada pelos adeptos do
Visitada por muitos turistas, todos temiam o banho em suas águas que, segundo se dizia, "engoliam", em misteriosos rodamoinhos, cujos pontos eram do conhecimento de poucos. Eventuais mortes por afogamento apenas aumentavam essa aura de mistério.
O fato é que, por sua água doce, sustentada por nascentes que surgem no meio das dunas - e não pelo represamento da chuva, como um dia se acreditou - o Abaeté era usado por lavadeiras que, em suas margens, ajudaram a manter vivas muitas das tradições ancestrais que enriquecem a cultura de Salvador.
No final dos anos 1970, com a melhoria do acesso ao norte e a construção do Aeroporto Internacional 2 de Julho (hoje homenageando um ex-deputado), diversos loteamentos foram sendo instalados em suas imediações e o próprio bairro de Itapuã cresceu. Isso, somado a centenas de ocupações irregulares, provocou uma verdadeira devastação nas dunas, com a retirada de suas areias para a construção civil de forma clandestina e descontrolada.
Para conter a ação predatória do local e preservar as belezas naturais da lagoa, foi criada a área de proteção ambiental.
A Lagoa do Abaeté, antes conhecida como Lagoa de Itapuã, é um dos cantinhos mais belos de Salvador e atrai principalmente quem gosta de passeios ao ar livre. A areia branca e fina rodeia as águas escuras da lagoa, um contraste que só se tem idéia da beleza quando estamos perto. Fotografias não dão conta.

Lagoa do Abaeté, Salvador. Imagem: Janaína Calaça.
Segundo a Wikipedia, a lagoa antes era “visitada por poucos turistas, todos temiam o banho em suas águas que, segundo se dizia, “engoliam” em misteriosos rodamoinhos, cujos pontos eram do conhecimento de poucos. Eventuais mortes por afogamento apenas aumentavam essa aura de mistério. O fato é que, por sua água doce, sustentada por nascentes que surgem no meio das dunas – e não pelo represamento da chuva, como um dia se acreditou – o Abaeté era usado por lavadeiras que, em suas margens, ajudaram a manter vivas muitas das tradições ancestrais que enriquecem a cultura de Salvador”. As histórias da Lagoa estão entranhadas no imaginário popular, sendo cenário de histórias contadas e passadas pela tradição oral.

Lagoa do Abaeté, Salvador. Imagem: Janaína Calaça.
Segundo o Ibahia, “a Lagoa do Abaeté resulta do represamento de antigos rios que corriam na região e do acúmulo de água de chuva. Uma curiosidade é que a água tem temperatura diferente em vários trechos, resultante de correntes que não se misturam. A profundidade chega aos cinco metros, e a coloração escura é determinada pelos minerais e microorganismos presentes em toda a extensão da lagoa. As dunas são formadas pelo acúmulo de areia vinda da Praia de Itapoã e adjacências foram emolduradas, com o passar do tempo, por cobertura vegetal. Essa vegetação desempenha um importante papel na preservação da flora local, e entre as espécies mais encontradas estão orquídeas (algumas de espécies raras) e árvores frutíferas, como goiabeiras e cajueiros. A área de Proteção Ambiental desde 1987, é um dos maiores centros de lazer ecológico do Nordeste”.  A Lagoa possui uma área restrita para banho, dividida por bóias, que visa manter a segurança dos banhistas. Sem dúvidas é um cenário interessante para caminhadas, piquiniques e para lindas fotografias.
 Aquele dia em si muito demais! tem uns tais carrinhos lá de pdalar,eu estava correndo que nem doido com a minha tia(q tava grávida) kkk foi muito legal,lá na lagoa nós levamos minha prima Susú(q já ganhou sua irmãzinha á tempo) eu enventei de levar ela para quele lado matos que vocês podem ver na foto(ñ o lado de mato de trás e sim o do lado onde tem gente na frente no lado direito) nós quase nos perdemos(ou sou mestre nisso né véi?!) e na decida daquele monte de aréia que mais parecia uma ladeira reta nós fomos escorregando e o resto levei minha prima no colo que estava bem cansada pela ANDANÇA kkk minha tia contou que ela e meu tio estavam nos procurando a tempo e foi mais ela que nos achou digamos assim...kkk
espero que vocês tenham gostado,pois no proximo Turisticando vamso fazer uma disputa entre minha mãe ,minha tia e eu obviamente no dique de quem pesca mais peixes!

(tá blza! o menino caindo no chão sou eu e aí?! kkkk)

Cantada em verso por Dorival Caymmi que a denominava “lagoa escura arrodeada de areia branca”, diversas foram as interpretações para explicar a origem do Abaeté. “Diz a lenda que as águas surgiram do choro da Iracema”, afirma a estudante Márcia Miranda, 12, freqüentadora do lugar. Ela se refere a uma espécie de sereia de água doce que teria se apaixonado por um índio da tribo que habitava a região. As areias, de acordo com a versão de Márcia, teriam sido originárias do véu da noiva com quem o índio iria se casar. O nome do indígena era Abaeté, que depois foi transformado em um boto pela sereia, cheia de ciúmes. De acordo com a lenda, ele ainda vive, triste, vagando pelas profundezas.
Outra lenda é muito comentada pela comunidade circunvizinha. Segundo os moradores, homens casados não podem rondar as águas da lagoa sozinhos, pois, a qualquer momento, eles podem ser atraídos pela sereia. “Essa história é antiga e muita gente acredita”, diz o comerciante Antônio Carlos, 35, proprietário de um bar próximo a lagoa. É fácil constatar o quanto esses mitos exercem uma influência na vida dos moradores, abastecendo a imaginação de cada um.
Criada ouvindo as lendas, Márcia Miranda que, além de estudar mora perto da lagoa, é um exemplo dessa capacidade que os mitos têm de penetrar no cotidiano dos moradores. “Eu tinha medo de entrar na lagoa para tomar banho quando era pequena. Até passar por perto, à noite, eu não gostava”, afirma Márcia. Com o comerciante Antônio Carlos não é diferente. “Minha mãe não gostava que eu fosse sozinho a lagoa”, relembra.

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